
27.3.09
Paulo Renato 1924/1981
25.3.09
com dores e sem dores
Muita da publicidade, feita algumas décadas atrás, tem hoje um certo encanto e até uma certa piada pela ingenuidade apresentada!As ilustrações "com dores e sem dores" são aqui um bom exemplo demonstrativo disso.
Será que estas ilustrações surtiam mesmo, efeito convincente no consumidor?
Se sim, era mesmo um MILAGROM!
Michel Giacometti 1929 / 1990

Etnomusicólogo francês, natural da Córsega. Estudou na Suécia, doutorando-se posteriormente na Universidade da Sorbonne (Paris). Radicou-se em Portugal em finais dos anos cinquenta, interessando-se pela recolha e gravação de música popular portuguesa. Ao longo de 30 anos, percorreu o país, gravando centenas de cantares e músicas tradicionais, dando origem àquele que é, até hoje, o mais exaustivo levantamento da cultura musical portuguesa. Do seu espólio constam ainda centenas de instrumentos musicais, fotografias, recolhas de literatura popular e de instrumentos e materiais ligados ao trabalho rural, parte dos quais deu origem, em 1987, ao Museu do Trabalho Michel Giacometti (Setúbal).Editou, em colaboração com Fernando Lopes Graça, uma Antologia da Música Regional Portuguesa (1963, em cinco volumes) e, em 1981, um Cancioneiro Popular Português. Foi ainda autor de uma série de documentários televisivos, sob o título Povo que Canta. Grande parte do seu espólio musical (também pertencente ao acervo do Museu Nacional de Arqueologia e Etnografia, em Lisboa) encontra-se ainda por editar ou organizar.Fonte: Enciclopédia Universal Multimédia da Texto Editora (1997)
disco do dia
tricotadelas
24.3.09
embaixada
Nos princípios dos anos 60, artistas portugueses visitavam Angola e Moçambique para actuar para os militares portugueses ali em serviço.Aqui na foto, depois de mais um regresso duma dessas digressões e nas instalações da RTP podemos ver Luis Gonzaga, Maria de Lurdes Resende, Conjunto Sem Nome, Deolinda Rodrigues, Rui de Mascarenhas, Mara Abrantes, Luis Horta e Simone de Oliveira.
Estas digressões tinham como nome Embaixada da Saudade.
conta-me como foi
Tal como a excelente série que passa na RTP com o nome de"Conta-me como foi" conta, também o
pura terylene virgem pode contar, que tudo o que
é retratado de forma ficcional
no bairro e na casa da família Lopes, era praticamente
em tudo semelhante à realidade em que viviam milhares de famílias portuguesas
da classe média e urbana nos finais dos anos 60.
Em termos de ficção nacional, talvez o melhor que tem passado
na televisão portuguesa, nos últimos tempos.
Os actores estão bem com boa condução, completados com uns
cenários, figurinos, caracterização e adereços cuidados.
23.3.09
discos na rua do Carmo




Mas quando penso na rua do Carmo vem-me sempre à cabeça, discos! De vinil.
Porque a rua do Carmo era em casas de discos (chamavam-se discotecas na altura), como hoje a av. da Igreja é em farmácias! Várias na mesma artéria.
A mais antiga era de certeza a Custódio Cardoso Pereira & Cª, tendo-se dedicado mais tarde e até sair dali, praticamente a só vender instrumentos musicais.
Havia também a Discoteca do Carmo, a Discoteca Universal e a Melodia.
Além disso podia-se ir ao Grandella, aos Armazéns do Chiado e ao Eduardo Martins,
mas, claro que o sabor dos discos era outro.
Logo ali a uns metros e com o seu conhecido departamento de alta fidelidade,
estava também a Valentim de Carvalho.
pura terylene virgem colocará aqui brevemente,
a reportagem da inauguração da Melodia na rua do Carmo
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