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9.7.12

hotel Estoril Sol que já era























UMA VARANDA SOBRE O MAR
dizia a publicidade em 1965

Ao olhar o que está lá hoje neste lugar
até dá saudades do velhinho Estoril Sol!






Tejo

















Dás-me Tejo, o viver!
Dou-te Tejo, o amar-te.

As tuas gaivotas rodopiam
sobre as fainas tagarelas
dos que vezes sem conta te procuram
lançando-te angustiadas pedinchelas
retribuindo tu com o dar.

Corres indiferente mesmo que bulícios entranhados
nos carreiros de gentes
que ao teu lado calcorreiam caminhos separados.

Fragatas e canoas te cruzam
os cacilheiros te percorrem,
os operários te atravessam
as mulheres te apregoam
enquanto os poetas te cantam.

O vento te revolta o estado
o sol te aquece a cor
a melancolia te transforma em fado.

Dás-me Tejo, o viver!
Dou-te Tejo, o amar-te.

15.5.09

conversas!

- Sim! E disseram que daqui a 40 anos irei estar num blogue na internet.
- .................
- Não, mãe! Não disse o berloque da Suzete! É internet.
- .................
- Não! Não tem nada a ver com a Graciete. É INTERNEEEEEET.....! Pronto, esqueça.
- .................
- Não sei, mãe! Internet deve ser qualquer coisa esquisita! Só sei que o blogue vai-se chamar terylene... qualquer coisa.
- .................
- Não! Não tem nada a ver com as calças do Manel. Olhe, tenho que desligar, porque estou a fazer torradas e o chá já está a ficar frio.

lavadelas