25.3.09

dois singles


Talvez os fados de maior sucesso de Fernando Farinha!
"Mãe há só uma" e "o emigrante"

Fiat 127 em upgrade


tricotadelas











O que as máquinas de tricotar podem fazer, depende sempre de quem nelas mexe.
Nos anos 50 e 60 talvez não se fizessem mais do que cândidas peças de vestuário,
mas nos dias de hoje, nas mãos de uma artista plástica como Monika Lidman,
nunca se sabe!!
para saber mais de Monika Lidman,

24.3.09

rir faz bem à saúde

Henrique Mendes, Simone de Oliveira e António Calvário
no restaurante "Juá" em 1962



todos os Radiouvintes...


embaixada

Nos princípios dos anos 60, artistas portugueses visitavam Angola e Moçambique para actuar para os militares portugueses ali em serviço.
Aqui na foto, depois de mais um regresso duma dessas digressões e nas instalações da RTP podemos ver Luis Gonzaga, Maria de Lurdes Resende, Conjunto Sem Nome, Deolinda Rodrigues, Rui de Mascarenhas, Mara Abrantes, Luis Horta e Simone de Oliveira.
Estas digressões tinham como nome Embaixada da Saudade.

sobremesa vintage

Com a chegada da Primavera há que experimentar novos sabores,
como esta sobremesa vintage

conta-me como foi

Tal como a excelente série que passa na RTP com o nome de
"Conta-me como foi" conta, também o
pura terylene virgem pode contar, que tudo o que
é retratado de forma ficcional
no bairro e na casa da família Lopes, era praticamente
em tudo semelhante à realidade em que viviam milhares de famílias portuguesas
da classe média e urbana nos finais dos anos 60.
Em termos de ficção nacional, talvez o melhor que tem passado
na televisão portuguesa, nos últimos tempos.
Os actores estão bem com boa condução, completados com uns
cenários, figurinos, caracterização e adereços cuidados.

Bertrand

Sempre ligados aos livros

Sofia Loren

Sofia Loren com seu marido Carlo Ponti nos anos 60

dois singles de Paul Anka







Paul Anka em Madrid...

... em Março de 1962

disco do dia

Corrado El 93
editora RCA
45 rpm

23.3.09

discos na rua do Carmo











Não sei porquê!!!
Mas quando penso na rua do Carmo vem-me sempre à cabeça, discos! De vinil.
Porque a rua do Carmo era em casas de discos (chamavam-se discotecas na altura), como hoje a av. da Igreja é em farmácias! Várias na mesma artéria.
A mais antiga era de certeza a Custódio Cardoso Pereira & Cª, tendo-se dedicado mais tarde e até sair dali, praticamente a só vender instrumentos musicais.
Havia também a Discoteca do Carmo, a Discoteca Universal e a Melodia.
Além disso podia-se ir ao Grandella, aos Armazéns do Chiado e ao Eduardo Martins,
mas, claro que o sabor dos discos era outro.
Logo ali a uns metros e com o seu conhecido departamento de alta fidelidade,
estava também a Valentim de Carvalho.
pura terylene virgem colocará aqui brevemente,
a reportagem da inauguração da Melodia na rua do Carmo




rua do Carmo



Do Rossio à Garrett ou vice versa!
Era, e é sempre, um gosto passar por ali.
Nunca merecia que a tivessem atafulhado com aqueles
"terraces" ridículos e perigosos!
Cérebros camarários paisagísticos acharam que aquilo era moderno!
Como as rotundas com repuxos espalhadas pelo nosso
provinciano Portugal pós-moderno.
Ainda bem que a rua do Carmo hoje, respira!
Como os sapatos dos furinhos por baixo.
É a nossa rua Carmeox.



gasosas em 1961

- Brigitte! Sabias que em Portugal há uma gasosa que também é BB.

Toddy

A Toddy também dava asas

av. da Liberdade em Lisboa

Quando descia a av. da Liberdade em Lisboa, encontrei um pequeno grupo de banhistas refrescando-se nos seus lagos, onde até já existiram cisnes.
Era uma manhã dum dia bastante quente, não me recordando bem do ano, mas vendo na imagem que o edifício Libersil estava ainda em construção.
Por acaso, trazia comigo a minha Pentax e consegui captar o momento em que um mais destemido, "marinhou" pelo candeeiro acima e atirou-se em pose olímpica para as águas pouco profundas, afugentando os cisnes e as carpas vermelhas sonolentas.
Tempos em que não havia PlayStations!
Os heróis eram eles, mesmo.

Madeira a jacto

Forma mais rápida para ir à Madeira em 1962

Rádio Jornal em 1962


Sociedade Nacional de Belas Artes 1975











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Pedro Enes
Albuquerque Mendes
Joaquim Martinho
Mário Botas
Ana Leão
Maria Gabriel
Teresa Magalhães
António Sena
Julião Sarmento














Eduardo Nery
Gracinda Grácio
Sam
Pedro Luis Neves
Fernando Grade
José Luis Tinoco
Manuel Filipe
Pedro Chorão
Eurico
António Viana














Emília Nadal
Victor Palla
Ivone Balette
João Fragoso
Hamnlton Alexandre
Carlos Gonçalves
Renée Gagnon
Victor Fortes
Álvaro Lapa
Martins Correia