28.7.11

O Pato Donald Nº 1
























Em Julho de 1950 surgia o primeiro número do Pato Donald,
livrinhos de banda desenhada editados no Brasil com a linguagem de lá
e vendidos também em Portugal em bancas de jornais e papelarias e tabacarias.
Eram momentos mágicos olhar o colorido dos quadradinhos onde
as diversas personagens do Walt Disney
viviam as suas estonteantes aventuras.

Primor de cartaz
























Felizmente ainda podemos encontrar as pitorescas garrafinhas de vidro do leite PRIMOR em
qualquer pastelaria (ou leitaria, como se dizia antigamente) que se preze.


CUF
























A carga institucional que se dava na época,
a um simples anúncio de imprensa, do maior grupo económico
português dos anos 60, era tão surpreendente como a pujança que
as diversas indústrias tinham na altura e o espaço que ocupavam
no desenvolvimento do país.
Pena que grupos económicos destes não abundavam e as condições de trabalho
também não eram as melhores, obrigando-se assim muitos portugueses nesta década a procurarem melhor vida, emigrando, procurando assim trabalho noutros países ou simplesmente para fugirem a uma guerra que achavam não ter nada a ver com eles.

Palácio de S. Bento
























Onde se devia decidir bem, a bem da nação e
principalmente de todos os que vivem nela.


Lisboa, num Domingo à tarde de Verão, nos anos 60.

Palácio de Queluz















































Recantos palacianos lá para os lados da IC19.
Há quanto tempo não vão lá?

velocidades
























Em 1957, a prática do ski aquático estava logicamente, tal como hoje e apesar de hoje já não ser tão praticado, só ao alcance de alguns (aqui neste caso, só de algumas)!


Lisboa hora de ponta

































































Anos 70.

o homem da capa preta
























SANDEMAN

Quem não se recorda destes painéis vidrados colocados nas fachadas dos prédios ao lado de uma qualquer leitaria ou mercearia fina.

objectos de culto
























Belo design!

as pernas pedem...
























...elas lá sabem!

mar sol e vento

A impressão a sépia tão usual nos anos 40, consegue apesar de tudo transmitir-nos o azul do mar, o calor do sol e a briza do vento!

Basta só querer.

















a ainda nossa TAP
























Por enquanto ainda é portuguesa a companhia dos Transportes Aéreos Portugueses!

Mais um ícone da identidade portuguesa em risco.

O dinheiro é lixado!!!

Nostálgicos cartazes turísticos de Portugal


























Cartazes turísticos anteriores ao inventar do "ALLGARVE"!

Pela ingenuidade atractiva do grafismo, talvez até mais eficazes na mensagem.

Mensagem verdadeiramente mais genuína.








ir a banhos na costa de Cascais

































































ANOS DOURADOS

Praia e piscina do Tamariz no Estoril e a praia do Guincho.

Minha querida indústria portuguesa...





































As coisas tão boas que a nossa tão boa indústria tão bem produzia antes de esta ter sido praticamente exterminada em nome das economias modernas da União Europeia e do mundo globalizado, onde a palavra de ordem passou perigosamente da produção de bens reais e transaccionáveis, para as economias virtualmente dos mercados, onde a especulação financeira tem uma cotação muito superior a umas boas peças de mobiliário da Olaio ou uma secretária e cadeira magistralmente fabricada pela Fabrica Portugal ou tantos outros produtos que deixámos de produzir porque simplesmente assim se decidiu por quem manda nos que mandam nos países!

Os selos dos cavalinhos
























Quem não se lembra dos selos de correio mais famosos de Portugal!

Rua do Carmo


















A rua do Grandella e do Chiado.
E de muitas outras lojas.

E de todas as gentes.